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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

HQ Moby Dick - Christophe Chabouté

HQ Moby Dick - Christophe Chabouté

Editora: Pipoca & Nanquim
Ano da Edição: 256
Páginas: 2017
Título Original: name

Sinopse
Moby Dick é um verdadeiro triunfo do premiado artista francês Christophe Chabouté, aclamada como a mais impressionante adaptação desse clássico da literatura para os quadrinhos. A epopeia do obcecado capitão Ahab em busca do cachalote branco é recontada de forma magistral pelas mãos de um mestre, que optou por conservar o texto original de Herman Melville, transformando-o numa primorosa narrativa gráfica. Prepare-se para a emocionante caçada à maior das criaturas do mar, ao lado do narrador Ismael, do misterioso aborígene Queequeg e de uma tripulação que oferece o próprio sangue para seu capitão em troca da promessa de glória e ouro, sem saber que, na verdade, o que os aguarda é a desgraça e o infortúnio!



Resenha

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

A Sangue Frio - Truman Capote

A Sangue Frio - Truman Capote

Editora: Companhia das Letras
Ano da Edição: 2003
Páginas: 438
Título Original:
In Cold Blood
Sinopse
Um homem religioso, uma mãe depressiva, um adolescente, uma garota dona de casa, um cachorro amedrontado e dois ladrões frustrados. Esses e outros personagens são os ingredientes chave para o romance jornalístico A sangue frio, de Truman Capote. O livro é uma reportagem investigativa sobre o assassinato de quatro membros da família Clutter, o casal e seus dois filhos caçulas, ocorrido em 1959 na cidade de Holcomb, no Kansas, Estados Unidos.



Resenha

segunda-feira, 23 de julho de 2018

O Velho e O Mar (em quadrinhos) - Thierry Murat

O Velho e O Mar (em quadrinhos) - Thierry Murat

Editora: Bertrand Brasil
Ano da Edição: 2017
Páginas: 128
Título Original: The Old Man and The Sea

Sinopse
Havia tempos que Santiago não pescava um só peixe. Sozinho, sem a companhia de seu melhor amigo - um menino que o ajudava e que muito o estima -, o velho pescador rema mar adentro e se vê cercado por água cristalina e animais marinhos. Até que fisga um peixe especial: o peixe que mudaria sua vida. Dias se passam enquanto a batalha dos dois é travada. Apesar dos sonhos e pensamentos que transcorrem em meio à solidão do alto-mar, o pescador não esmorece. Essa é a história de um homem de mãos calosas cuja crença em si mesmo é a única coisa que importa. Nessa adaptação do clássico indiscutível de Ernest Hemingway, Thierry Murat propõe uma versão personalíssima da obra, em que o despojamento e a contenção de seu estilo combinam admiravelmente com a deriva solitária do velho pescador.



Resenha

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Moby Dick (ou A Baleia) - Herman Melville

Moby Dick - Herman Melville

Editora: Cosac & Naify
Ano da Edição: 2008
Páginas: 656
Título Original: Moby Dick (or The Whale)

Sinopse
Versão definitiva da obra-prima Moby Dick, ou A Baleia, considerado um dos maiores romances norte-americanos. O livro traz o relato de um marinheiro letrado, Ishmael, sobre a última viagem de um navio baleeiro de Nantucket, o Pequod, que parte da costa leste dos Estados Unidos - com sua tripulação multiétnica - rumo ao Pacífico Sul, onde encontra o imenso cachalote branco que, no passado, arrancara a perna do vingativo capitão Ahab. Ao longo de 135 capítulos, Herman Melville (1819-1891) explora com brilhantismo e ironia os mais variados gêneros literários: da narrativa de viagens ao teatro shakespeareano, do sermão à poesia popular, passando pela descrição científica e a meditação filosófica. 

A nova tradução se vale da longa experiência acadêmica da tradutora Irene Hirsch com a obra de Melville e de um minucioso trabalho de pesquisa de vocabulário náutico por parte do tradutor Alexandre Barbosa de Souza. 
O volume inclui ainda fortuna crítica com três textos fundamentais para a compreensão da obra: uma resenha de Evert Duyckinck, publicada em 1851; o clássico ensaio de D. H. Lawrence, incluído em Studies in Classic American Literature, de 1923, e um trecho do célebre estudo de F. O. Mathiessen, American Renaissance, de 1941. Além disso, a edição traz apêndice com Glossário Náutico Ilustrado e bibliografia.


Resenha

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Alice - Lewis Carrol

Alice - Lewis Carrol

Editora: Zahar
Ano da Edição: 2013
Páginas: 448
Título Original: The Annotated Alice: The Definitive Edition

Sinopse
O leitor brasileiro tem agora a edição definitiva e consagrada de "Aventuras de Alice no País das Maravilhas" e "Através do Espelho", com suas ilustrações originais, obras-primas de Lewis Carroll que não podem faltar nas bibliotecas, escolas e, naturalmente, em sua casa. As notas de Martin Gardner - um dos maiores especialistas em Carroll - dão sentido a passagens nunca antes elucidadas, esclarecendo trocadilhos de época, enigmas lógicos e referências à vida pessoal do autor, além de tornarem possível uma tradução mais próxima da versão original. Uma revolução nas interpretações das histórias de Alice, proporcionando a crianças e adultos do século XXI o caminho perfeito para penetrar no País das Maravilhas e no mundo invertido do Espelho. Cortem a cabeça de quem ficar de fora desta! O livro traz ainda: além de todas as ilustrações originais de John Tenniel, também esboços recém-descobertos; introdução situando "Alice no País das Maravilhas" e "Através do Espelho" no contexto da Inglaterra vitoriana; bibliografia da obra de Lewis Carroll, enriquecida com edições em português; filmografia, com todos os filmes já produzidos sobre Alice; episódio inédito de "Através do Espelho": "O Marimbondo de Peruca".



Resenha

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Capitães da Areia - Jorge Amado

Capitães da Areia - Jorge Amado

Editora: Record
Ano da Edição: 1980
Páginas: 231
Título Original: Capitães da Areia

Sinopse
Desde o seu lançamento, em 1937, Capitães da Areia causou escândalo: inúmeros exemplares do livro foram queimados em praça pública, por determinação do Estado Novo. Ao longo de sete décadas a narrativa não perdeu viço nem atualidade, pelo contrário: a vida urbana dos meninos pobres e infratores ganhou contornos trágicos e urgentes. Várias gerações de brasileiros sofreram o impacto e a sedução desses meninos que moram num trapiche abandonado no areal do cais de Salvador, vivendo à margem das convenções sociais. Verdadeiro romance de formação, o livro nos torna íntimos de suas pequenas criaturas, cada uma delas com suas carências e suas ambições: do líder Pedro Bala ao religioso Pirulito, do ressentido e cruel Sem-Pernas ao aprendiz de cafetão Gato, do sensato Professor ao rústico sertanejo Volta Seca. Com a força envolvente da sua prosa, Jorge Amado nos aproxima desses garotos e nos contagia com seu intenso desejo de liberdade.



Resenha

Ontem, 10/08/2017, seria o aniversário de 105 anos de Jorge Amado. Por isso, resolvi fazer uma resenha sobre Capitães da Areia, um dos livros mais famosos dele, que li para o vestibular e me encantei com o autor.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

O Velho e o Mar - Ernest Hemingway

O Velho e o Mar - Ernest Hemingway

Editora: Bertrand Brasil
Ano da Edição: 2015
Páginas: 126
Título Original: The Old Man and the Sea

Sinopse
Depois de anos na profissão, havia 84 dias que o velho pescador Santiago não apanhava um único peixe. Por isso já diziam se tratar de um salão, ou seja, um azarento da pior espécie. Mas ele possui coragem, acredita em si mesmo, e parte sozinho para alto-mar, munido da certeza de que, desta vez, será bem-sucedido no seu trabalho.Esta é a história de um homem que convive com a solidão, com seus sonhos e pensamentos, sua luta pela sobrevivência e a inabalável confiança na vida. Com um enredo tenso que prende o leitor na ponta da linha, Hemingway escreveu uma das mais belas obras da literatura contemporânea Uma história dotada de profunda mensagem de fé no homem e em sua capacidade de superar as limitações a que a vida o submete.



Resenha

Hoje, 21 de julho, é o aniversário de 118 anos do nascimento de Ernest Hemingway, e aproveitei essa data para ler um livro do celebrado autor, que ganhou um Prêmio Pulitzer e um Nobel de Literatura. O livro escolhido para que eu pudesse conhecer um pouco da sua obra foi “O Velho e o Mar”, seu livro mais famoso. 

sexta-feira, 30 de junho de 2017

O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry

O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry

Editora: Geração Editorial
Ano da Edição: 2015
Páginas: 160
Título Original: Le Petit Prince

Sinopse
Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança. Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger. Livro mais traduzido da história, depois do Alcorão e da Bíblia, ele agora chega ao Brasil em nova edição, completa, com a tradução de Frei Betto e enriquecida com um caderno ilustrado sobre a obra e a curta e trágica vida do autor.



Resenha

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Amor de Capitu - Fernando Sabino

Amor de Capitu - Fernando Sabino

Editora: Ática
Ano da Edição: 2008
Páginas: 296
Título Original: Amor de Capitu

Sinopse
Além de romances, novelas, contos e crônicas consagrados pela crítica e pelo público, a versátil criatividade de Fernando Sabino já o levou a diversas incursões em áreas inexploradas da literatura, com senso imaginativo e pleno domínio da expressão verbal.

Em Amor de Capitu ele realiza uma experiência inédita, ao recriar Dom Casmurro sem o narrador original. "O que sempre me atraiu neste romance admirável", afirma, "foi descobrir até que ponto a dúvida sobre a infidelidade de Capitu teria sido premeditada pelo autor através de narrador tão evasivo e casmurro...".
Ao transpor o romance de Machado de Assis para a terceira pessoa, Fernando Sabino consegue enriquecer o mistério, abrindo uma nova possibilidade de leitura de um dos nossos gênios literários. Essa foi a forma encontrada para homenagear o escritor a quem admira desde a juventude. Homenagem que, para o público, traduz-se em duplo prazer: apreciar o encontro de dois grandes romancistas brasileiros.


Resenha

Em homenagem ao aniversário de Machado de Assis, que é dia 21 de junho (são 178 anos de seu nascimento), decidimos fazer uma semana especial sobre uma de suas mais famosas e intrigantes obras: Dom Casmurro. Na segunda-feira Gabriela já falou sobre a obra original e hoje eu vou falar de uma ótima e fiel releitura escrita por Fernando Sabino, Amor de Capitu.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Dom Casmurro - Machado de Assis

Dom Casmurro - Machado de Assis

Editora: Abril
Ano da Edição: 1981
Páginas: 174

Sinopse
Seria a bela Capitu, com seus "olhos de cigana oblíqua e dissimulada", uma adúltera? Teria fundamento o ciúme que corrói a alma de Bentinho? Com finura psicológica e incomparável maestria literária, o grande Machado de Assis mergulha na vida interior do protagonista-narrador, mostrando como a dúvida embaça as emoções e mistura real e imaginário, passado e presente. Uma obra-prima da literatura universal.



Resenha

Em homenagem ao aniversário de Machado de Assis, que é dia 21 de junho (são 178 anos de seu nascimento), eu e Larissa decidimos fazer uma semana especial sobre uma de suas obras. Escolhemos Dom Casmurro, pois foi a única que eu li (é, estou um pouco envergonhada). Hoje, eu vou resenhar o original e, na sexta, Larissa vai falar sobre uma releitura da obra.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

A Bela e a Fera - Madame de Beaumont & Madame de Villeneuve

A Bela e a Fera - Madame de Beaumont & Madame de Villeneuve

Editora: Zahar
Ano da Edição: 2016
Páginas: 240
Título Original:La Belle et la Bête

Sinopse
Adaptado, filmado e encenado inúmeras vezes, o enredo de A Bela e a Fera vai muito além da jovem obrigada a casar com uma horrenda Fera que no final se revela um lindo príncipe preso sob um feitiço. Nessa edição bolso de luxo da coleção Clássicos Zahar você encontra reunidas duas variantes da história.

A versão clássica, escrita por Madame de Beaumont em 1756, vem embalando gerações e inspirou quase todos os filmes, peças, composições e adaptações que hoje conhecemos. A versão original, que Madame de Villeneuve publicara em 1740, é de uma riqueza espantosa, que entre outras coisas traz as histórias pregressas da Fera e da Bela e dá voz ao monstro para que ele mesmo narre seu destino.

Toda em cores e ilustrada, essa edição conta com ótima tradução do premiado André Telles, uma apresentação reveladora e instigante assinada por Rodrigo Lacerda e cronologia das autoras. A versão impressa apresenta ainda capa dura e acabamento de luxo.



Resenha

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

O Primo Basílio - Eça de Queiroz

Decidi dessa vez radicalizar e fazer a resenha de um clássico da literatura portuguesa. Mas já avisando não é um desses clássicos chatos, é um livro ótimo. Sério! E só para vocês saberem não estou nem aí para títulos de clássicos ou qualquer coisa do tipo, eu gosto de livros que eu gosto, e pronto. Não ligo para autor, ou ano que foi escrito, ou nada. :)

O Primo Basílio - Eça de Queiroz

Editora: Editora Abril
Ano da Edição: 2010
Páginas: 528
Título Original: O Primo Basílio

Sinopse
Primeiro grande êxito literário de Eça de Queirós, este romance é marcado por uma análise minuciosa da sociedade de seu tempo. O autor usou da ironia, da linguagem coloquial e direta e, principalmente, do olhar atento sobre o cotidiano para revelar a intimidade da vida burguesa. Luísa é casada com Jorge e leva uma vidinha tão segura quanto entediada. O sonho, o romantismo e o desejo são despertados pela chegada do primo Basílio a Lisboa. Ao optar pelo adultério como tema central, a intenção do autor era provocar a discussão. Eça é o grande mestre do romance português moderno e certamente o mais popular entre os escritores do século XIX em Portugal e no Brasil.



Resenha

Confesso que fui ler pensando que era mais um daqueles clássicos que são idolatrados, mas que ninguém sabe porque, pois são chatíssimos. Eu não poderia estar mais enganada! O Primo Basílio é maravilhoso, é uma crítica a sociedade hipócrita, moralista e burguesa de Lisboa do século XIX, mas que poderia se referir aos dias de hoje, pois continua "atual". A linguagem é culta, mas também é simples e sem palavras difíceis que ninguém conhece (e olhe que eu também li uma versão portuguesa).

É uma história que te prende do começo até o fim, repleta de personagens bem construídos, realistas e envolventes. Como todo mundo já sabe (eu acho), O Primo Basílio conta a história de Luíza, uma típica moça da sociedade lisboeta, que é casada com Jorge, um marido exemplar e completamente apaixonado por ela. Jorge sai da cidade a trabalho e um amor do passado de Luíza, seu Primo Basílio, chega a Lisboa e começa a cortejá-la novamente e a fazer juras de amor. Luíza cai nessa história, se deixa seduzir e começa a ter um caso com seu primo. Tudo vai bem até que Juliana, a empregada da casa, descobre a traição e começa a chantagear a patroa, e se mostra uma perfeita vilã, realmente detestável.

O autor desmistifica e desconstrói a ideia de um casamento perfeito. Luíza tinha uma vida toda organizada, toda perfeita, mas também totalmente entediante, então, decide ir atrás de uma aventura que lhe faça sentir viva. Ela vai atrás do seu conto de fadas, mas o autor desconstrói isso também. Apesar da personagem principal ser meio tonta, o livro não se torna menos interessante, até porque isso é compensado pela genialidade com que o Eça de Queiroz projetou a vilã Juliana e o adorável e lindo (que poderia ser o bonitão, completamente perfeito, desses romances modernos) Jorge. Quanto ao personagem título, ele é sedutor e romântico, até que .... ele é um completo cafajeste. (#ProntoFalei)

Preciso dizer que o final não me agradou muito, mas é porque sou dessas que prefere acreditar num "viveram felizes para sempre". Entretanto, o final é condizente com a história e com a proposta de ser um romance realista que ironiza e critica a burguesia. Resumindo, é um romance que não te deixa soltar o livro até que você tenha terminado; é uma história realista, sem eufemismos ou falsidades.