A Faca Sutil - Philip Pullman
Editora: Objetiva
Ano da Edição: 2002
Páginas: 370
Título Original: The Subtle Knife
Sinopse
Neste segundo volume da trilogia Fronteiras do Universo , Will tem apenas 12 anos e tudo começa quando, depois de matar um homem, ele parte para descobrir a verdade sobre o desaparecimento de seu pai. Num passe de mágica, atravessa o ar e penetra num mundo onde conhece uma estranha garota, Lyra, que, como ele, também tem uma missão a cumprir. Em Cittàgazze, onde os dois se encontram, as ruas são habitadas por espectros letais, devoradores de almas e outras criaturas aterradoras que disputam com todas as forças um poderoso talismã, capaz de cortar o nada e abrir brechas para outros universos - a faca sutil.
Resenha
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sexta-feira, 16 de junho de 2017
sexta-feira, 5 de maio de 2017
A Bússola Dourada - Philip Pullman
A Bússola Dourada - Philip Pullman
Editora: Objetiva
Ano da Edição: 2008
Páginas: 420
Título Original: Northern Lights
Sinopse
O primeiro volume da trilogia Fronteiras do Universo, de Philip Pullman, se passa em um mundo muito parecido com o nosso — mas com algumas curiosas diferenças. Ciência e religião se confundem. Todo ser humano possui um daemon, um animal inseparável que na infância toma várias formas. E existe um raríssimo objeto que aponta a verdade, mas ninguém sabe fazê-lo funcionar. Lyra é uma menina levada que vive na tranqüila cidade universitária de Oxford, na Inglaterra. Lá, crianças começam a desaparecer. E quando seu grande amigo Roger, some, Lyra parte em sua busca, disposta a desafiar seus próprios temores. Na paisagem árida do Norte, onde tenta encontrar Roger, Lyra enfrenta uma terrível conspiração que faz uso de crianças-cobaias em sinistras experiências. Entre ursos usando armadura e bruxas que sobrevoam as sombrias geleiras, Lyra terá que fazer alianças inesperadas se quiser salvar o amigo de seu trágico destino.
Resenha
Antes da resenha propriamente dita, preciso dizer que chamo o livro de “A Bússola Dourada”, pois essa foi a tradução feita originalmente, de quando comprei e li o livro pela primeira vez. E que por sinal nem foi a tradução do original britânico, que se chama “Northern Lights”; a tradução do Brasil foi feita a partir do nome estadunidense, “The Golden Compass”. Aí quando foram lançar o filme (que, digo logo, não faz jus a essa história), sabe Deus lá porquê, traduziram como “A Bússola de Ouro” e, então, tiveram que relançar o livro com esse novo título. Ridículo, né? Mas enfim, pra mim continua “A Bússola Dourada” e ponto final.
Editora: Objetiva
Ano da Edição: 2008
Páginas: 420
Título Original: Northern Lights
Sinopse
O primeiro volume da trilogia Fronteiras do Universo, de Philip Pullman, se passa em um mundo muito parecido com o nosso — mas com algumas curiosas diferenças. Ciência e religião se confundem. Todo ser humano possui um daemon, um animal inseparável que na infância toma várias formas. E existe um raríssimo objeto que aponta a verdade, mas ninguém sabe fazê-lo funcionar. Lyra é uma menina levada que vive na tranqüila cidade universitária de Oxford, na Inglaterra. Lá, crianças começam a desaparecer. E quando seu grande amigo Roger, some, Lyra parte em sua busca, disposta a desafiar seus próprios temores. Na paisagem árida do Norte, onde tenta encontrar Roger, Lyra enfrenta uma terrível conspiração que faz uso de crianças-cobaias em sinistras experiências. Entre ursos usando armadura e bruxas que sobrevoam as sombrias geleiras, Lyra terá que fazer alianças inesperadas se quiser salvar o amigo de seu trágico destino.
Resenha
Antes da resenha propriamente dita, preciso dizer que chamo o livro de “A Bússola Dourada”, pois essa foi a tradução feita originalmente, de quando comprei e li o livro pela primeira vez. E que por sinal nem foi a tradução do original britânico, que se chama “Northern Lights”; a tradução do Brasil foi feita a partir do nome estadunidense, “The Golden Compass”. Aí quando foram lançar o filme (que, digo logo, não faz jus a essa história), sabe Deus lá porquê, traduziram como “A Bússola de Ouro” e, então, tiveram que relançar o livro com esse novo título. Ridículo, né? Mas enfim, pra mim continua “A Bússola Dourada” e ponto final.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
A Mesa Voadora - Luis Fernando Verissimo
A Mesa Voadora - Luis Fernando Verissimo
Editora: Objetiva
Ano da Edição: 2001
Páginas: 156
Sinopse
"A Mesa Voadora" traz uma seleção de 47 crônicas recheadas com dicas bem humoradas de quem transita com a mesma desenvoltura por sofisticados bistrôs de Paris ou pastelarias de beira de estrada. Apesar de não entender nada de cozinha, Luis Fernando Veríssimo entende bem, e muito, de comida. Neste livro o autor escreve deliciosamente sobre suas memórias gustativas. Delicie-se com este cardápio recheado de crônicas de dar água na boca!
Resenha
Eu sou fã de Verissimo e adoro a forma como ele consegue transformar situações tão corriqueiras em algo divertido e gostoso de ler. Então não podia deixar de apreciar mais esse livro de crônicas dele. A Mesa Voadora, assim como Orgias, é um livro que a gente devora bem rápido, mas achei que as crônicas são um pouco menos divertidas. Talvez seja porque elas estão relacionadas à comida e eu não sou uma amante tão entusiasmada da cozinha.
Mas ainda assim, a leitura vale a pena. Quem não passou por um sufoco como relatado em "O buffet"? E quem teria coragem de degolar a galinha Margarete de "A decadência do Ocidente"? Aliás, quero deixar registrado aqui o meu apoio à rebelião contra a salsinha e que concordo com Verissimo que "salsinha" é qualquer coisa que esteja só de enfeite no prato.
Outra característica que gosto de Verissimo está presente em "Botecos", que é sua habilidade em inventar palavras que se encaixam perfeitamente no significado pretendido. Afinal, "flunfa" é ou não um nome perfeito para aquela sujeirinha/lãzinha que fica no umbigo? =D
Editora: Objetiva
Ano da Edição: 2001
Páginas: 156
Sinopse
"A Mesa Voadora" traz uma seleção de 47 crônicas recheadas com dicas bem humoradas de quem transita com a mesma desenvoltura por sofisticados bistrôs de Paris ou pastelarias de beira de estrada. Apesar de não entender nada de cozinha, Luis Fernando Veríssimo entende bem, e muito, de comida. Neste livro o autor escreve deliciosamente sobre suas memórias gustativas. Delicie-se com este cardápio recheado de crônicas de dar água na boca!
Resenha
Eu sou fã de Verissimo e adoro a forma como ele consegue transformar situações tão corriqueiras em algo divertido e gostoso de ler. Então não podia deixar de apreciar mais esse livro de crônicas dele. A Mesa Voadora, assim como Orgias, é um livro que a gente devora bem rápido, mas achei que as crônicas são um pouco menos divertidas. Talvez seja porque elas estão relacionadas à comida e eu não sou uma amante tão entusiasmada da cozinha.
Mas ainda assim, a leitura vale a pena. Quem não passou por um sufoco como relatado em "O buffet"? E quem teria coragem de degolar a galinha Margarete de "A decadência do Ocidente"? Aliás, quero deixar registrado aqui o meu apoio à rebelião contra a salsinha e que concordo com Verissimo que "salsinha" é qualquer coisa que esteja só de enfeite no prato.
Outra característica que gosto de Verissimo está presente em "Botecos", que é sua habilidade em inventar palavras que se encaixam perfeitamente no significado pretendido. Afinal, "flunfa" é ou não um nome perfeito para aquela sujeirinha/lãzinha que fica no umbigo? =D
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Orgias - Luís Fernando Verissimo

Orgias - Luís Fernando Verissimo
Editora: Objetiva
Ano da Edição: -2005
Páginas: 136
Sinopse
Se civilização é autocontrole, orgia é a festa ao contrário, a festa do excesso, a euforia sem limite protocolar. Bem, existem orgias e orgias - e é desses vários patamares de prazer e tentações que Luis Fernando Verissimo fala neste livro.
Atire a primeira pedra - quem nunca passou dos limites, bebeu mais do que podia, caiu na farra. Mesmo que apenas na imaginação lúbrica, orgias se multiplicam. As festas de fim de ano que funcionam como rituais apaziguadores, em que prometemos mudar, de vida, de comportamento - mas enquanto isso vamos tomas champanhe e dançar?
Resenha
Eu gosto muito das crônicas de Verissimo, alguns dos livros dele trazem mais aquelas que são bem divertidas e outros são daquelas que fazem você refletir um pouco. Orgias é do primeiro tipo, é um livro bem divertido que dá para ler rapidinho.
"Alma, vendo" foi uma das melhores crônicas do livro, ela relata a dificuldade de encontrar o diabo para vender sua alma. "Crise" e "Da importância de ser Fabião" também são muito boas. E quem não teve uma festinha de aniversário como a de "Festa de criança"? Até hoje eu tenho pena de mainha, pois ela sempre fazia nossas festas de aniversário em casa e sem ajuda nenhuma.
É claro que há umas crônicas não tão divertidas, mas no geral o livro é muito bom.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
O Voo da Guará Vermelha - Maria Valéria Rezende
E para estrear as resenhas de livros de autores nacionais, nada menos do que um livro maravilhoso. A resenha contém alguns dos comentários que postei no Skoob quando estava lendo, para me dar uma ajuda, pois já não lembro de todos os detalhes da estória.
O Voo da Guará Vermelha -Maria Valéria Rezende
Editora: Objetiva
Ano de Laçamento: 2005
Páginas: 184
Sinopse
O livro trata da relação de Irene e Rosálio. Ela, uma mulher que chega do Norte e, em São Paulo, se torna uma prostituta com Aids. Ele, um servente de pedreiro que vive na cidade grande.
Os personagens desta obra sobrevivem na obscuridade humana, discretos e anônimos na sua miséria, mas intensos nos seus sonhos de um dia viver, porque não?, como os outros vivem, com alegria e alguma esperança. Irene tem muito a ensinar para Rosálio, e ele também a dizer para Irene - até que a linda guará vermelha consiga alçar vôo.
Com um ritmo fascinante, este livro nos captura com sua musicalidade, sua engenhosa arquitetura, sua linguagem retrabalhada à exaustão - e por isso mesmo passível de ser devorada com simplicidade e poesia.
Resenha
Eu nunca tinha ouvido falar no livro até ele estar na lista do vestibular de minha irmã, Larissa. Ela leu, disse que era muito bom e que eu devia ler também. Porém, como a gente tá sempre comprando livros, eu fui deixando para depois, achando que ele não seria tão interessante quanto outros que havia comprado. Ah, como eu estava enganada!
Adorei o livro! É diferente de tudo que já havia lido, com uma liguagem e apresentação bem peculiares. Os títulos dos capítulos são sempre nomes de cores - o primeiro é "cinzento e encarnado" - que representam elementos ou passagens importantes daquele capítulo.
É curioso como a história de Irene e Rosálio vai ficando parecida com a da história que Rosálio tanto quer ouvir: as Mil e Uma Noites (em algum lugar eu li uma resenha que fazia um paralelo entre os dois livros, mas nem me lembro mais onde foi. O que interessa é que achei muito pertinente). É muito bonita a forma como o amor de Irene e Rosálio se construiu. O livro é escrito de maneira maravilhosa, é como se estivéssemos lá no quartinho de Irene, ouvindo Rosálio contar sua história. E que história! Fica difícil saber se é verdade ou se ele inventou e/ou aumentou algumas partes. Mas isso não importa, pois bom mesmo é "ouvir" Rosálio contar a história de vários brasileiros em uma só.
Eu não esperava me encantar tanto com "O Voo da Guará Vermelha" e o melhor é saber que a escritora vive em João Pessoa há muitos anos, apesar de não ser natural daqui, dá certo orgulho, sabe?
O Voo da Guará Vermelha -Maria Valéria RezendeEditora: Objetiva
Ano de Laçamento: 2005
Páginas: 184
Sinopse
O livro trata da relação de Irene e Rosálio. Ela, uma mulher que chega do Norte e, em São Paulo, se torna uma prostituta com Aids. Ele, um servente de pedreiro que vive na cidade grande.
Os personagens desta obra sobrevivem na obscuridade humana, discretos e anônimos na sua miséria, mas intensos nos seus sonhos de um dia viver, porque não?, como os outros vivem, com alegria e alguma esperança. Irene tem muito a ensinar para Rosálio, e ele também a dizer para Irene - até que a linda guará vermelha consiga alçar vôo.
Com um ritmo fascinante, este livro nos captura com sua musicalidade, sua engenhosa arquitetura, sua linguagem retrabalhada à exaustão - e por isso mesmo passível de ser devorada com simplicidade e poesia.
Resenha
Eu nunca tinha ouvido falar no livro até ele estar na lista do vestibular de minha irmã, Larissa. Ela leu, disse que era muito bom e que eu devia ler também. Porém, como a gente tá sempre comprando livros, eu fui deixando para depois, achando que ele não seria tão interessante quanto outros que havia comprado. Ah, como eu estava enganada!
Adorei o livro! É diferente de tudo que já havia lido, com uma liguagem e apresentação bem peculiares. Os títulos dos capítulos são sempre nomes de cores - o primeiro é "cinzento e encarnado" - que representam elementos ou passagens importantes daquele capítulo.
É curioso como a história de Irene e Rosálio vai ficando parecida com a da história que Rosálio tanto quer ouvir: as Mil e Uma Noites (em algum lugar eu li uma resenha que fazia um paralelo entre os dois livros, mas nem me lembro mais onde foi. O que interessa é que achei muito pertinente). É muito bonita a forma como o amor de Irene e Rosálio se construiu. O livro é escrito de maneira maravilhosa, é como se estivéssemos lá no quartinho de Irene, ouvindo Rosálio contar sua história. E que história! Fica difícil saber se é verdade ou se ele inventou e/ou aumentou algumas partes. Mas isso não importa, pois bom mesmo é "ouvir" Rosálio contar a história de vários brasileiros em uma só.
Eu não esperava me encantar tanto com "O Voo da Guará Vermelha" e o melhor é saber que a escritora vive em João Pessoa há muitos anos, apesar de não ser natural daqui, dá certo orgulho, sabe?
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