Sandman: Edição Definitiva - Vol. 1 - Neil Gaiman
Editora: Panini
Ano da Edição: 2010
Páginas: 616
Título Original: Absolute Sandman
Sinopse
Mesclando mitologias modernas e fantasia sombria, além de acrescentar elementos modernos, históricos e míticos, Sandman foi considerada uma das séries mais artisticamente ambiciosas dos quadrinhos. A série conta a história de Morfeus, um dos Perpétuos — criaturas análogas aos deuses, mas ainda maiores — responsável pelo Mundo dos Sonhos. Basicamente ele controla e tem acesso a todos os sonhos da humanidade e de todas as criaturas capazes de sonhar, sendo o senhor do Mundo dos Sonhos, a terra aonde vamos em nossas horas de sono. Quando uma ordem mística tentou capturar a irmã de Sonho, a Morte, em seu lugar eles capturaram Morfeus. Assustados com o que conseguiram, os membros da ordem o mantiveram cativo. E assim teve início um período de diversas décadas em que esse Perpétuo ficou trancafiado à mercê de seus captores, deixando o Mundo dos Sonhos abandonado e os sonhadores desamparados. É essa a obra que a Panini agora republica em uma edição em formato diferenciado (18,5 por 27,5 cm), totalmente recolorida (com cores aprovadas pelo próprio autor) e recheada de extras, como a proposta original da série, esboços dos personagens, páginas de arte a lápis e o roteiro completo da edição 19 de Sandman, Sonho de uma Noite de Verão.
Resenha
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terça-feira, 20 de julho de 2021
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019
Sandman: Edição Definitiva - Vol. 1 - Neil Gaiman
Sandman: Edição Definitiva - Vol. 1 - Neil Gaiman
Editora: Panini
Ano da Edição: 2010
Páginas: 616
Título Original: Absolute Sandman
Sinopse
Mesclando mitologias modernas e fantasia sombria, além de acrescentar elementos modernos, históricos e míticos, Sandman foi considerada uma das séries mais artisticamente ambiciosas dos quadrinhos. A série conta a história de Morfeus, um dos Perpétuos — criaturas análogas aos deuses, mas ainda maiores — responsável pelo Mundo dos Sonhos. Basicamente ele controla e tem acesso a todos os sonhos da humanidade e de todas as criaturas capazes de sonhar, sendo o senhor do Mundo dos Sonhos, a terra aonde vamos em nossas horas de sono. Quando uma ordem mística tentou capturar a irmã de Sonho, a Morte, em seu lugar eles capturaram Morfeus. Assustados com o que conseguiram, os membros da ordem o mantiveram cativo. E assim teve início um período de diversas décadas em que esse Perpétuo ficou trancafiado à mercê de seus captores, deixando o Mundo dos Sonhos abandonado e os sonhadores desamparados. É essa a obra que a Panini agora republica em uma edição em formato diferenciado (18,5 por 27,5 cm), totalmente recolorida (com cores aprovadas pelo próprio autor) e recheada de extras, como a proposta original da série, esboços dos personagens, páginas de arte a lápis e o roteiro completo da edição 19 de Sandman, Sonho de uma Noite de Verão.
Resenha
Editora: Panini
Ano da Edição: 2010
Páginas: 616
Título Original: Absolute Sandman
Sinopse
Mesclando mitologias modernas e fantasia sombria, além de acrescentar elementos modernos, históricos e míticos, Sandman foi considerada uma das séries mais artisticamente ambiciosas dos quadrinhos. A série conta a história de Morfeus, um dos Perpétuos — criaturas análogas aos deuses, mas ainda maiores — responsável pelo Mundo dos Sonhos. Basicamente ele controla e tem acesso a todos os sonhos da humanidade e de todas as criaturas capazes de sonhar, sendo o senhor do Mundo dos Sonhos, a terra aonde vamos em nossas horas de sono. Quando uma ordem mística tentou capturar a irmã de Sonho, a Morte, em seu lugar eles capturaram Morfeus. Assustados com o que conseguiram, os membros da ordem o mantiveram cativo. E assim teve início um período de diversas décadas em que esse Perpétuo ficou trancafiado à mercê de seus captores, deixando o Mundo dos Sonhos abandonado e os sonhadores desamparados. É essa a obra que a Panini agora republica em uma edição em formato diferenciado (18,5 por 27,5 cm), totalmente recolorida (com cores aprovadas pelo próprio autor) e recheada de extras, como a proposta original da série, esboços dos personagens, páginas de arte a lápis e o roteiro completo da edição 19 de Sandman, Sonho de uma Noite de Verão.
Resenha
segunda-feira, 17 de julho de 2017
Foras da Lei Barulhentos, Bolhas Raivosas e Algumas Outras... - Vários Autores
Foras da Lei Barulhentos, Bolhas Raivosas e Algumas Outras... - Vários Autores
Editora: Cosac Naify
Ano da Edição: 2012
Páginas: 224
Título Original: Noisy Outlaws, Unfriendly Blobs, and Some Other...
Sinopse
O título é de perder o fôlego: "Foras da lei barulhentos, bolhas raivosas e algumas outras coisas que não são tão sinistras, quem sabe, dependendo de como você se sente quanto a lugares que somem, celulares extraviados, seres vindos do espaço, pais que desaparecem no Peru, um homem chamado Lars Farf e outra história que não conseguimos acabar, de modo que talvez você possa quebrar esse galho". O mesmo vale para a seleção dos autores, alguns dos mais celebrados escritores contemporâneos de língua inglesa, entre os quais Neil Gaiman, Nick Hornby, Jonathan Safran Foer, Jeanne DuPrau e Lemony Snicket. Uma compilação de onze contos, cada um ilustrado por um artista diferente, entreos quais vale destacar Barry Blitt (já criou vinte capas da revista New Yorker), Lane Smith (de A verdadeira história dos três porquinhos, de Jon Scieska), David Heatley (colaborador do jornal The New York Times) e Peter de Sève (criador dos personagens da animação "A era do gelo"). Em comum, as histórias trazem um quê de estranhamento do mundo, com inocência infantil. Os autores, reconhecidos pela qualidade literária de suas obras destinadas aos adultos, não subestimam o jovem leitor. Em tempos de literatura enlatada, isso é, sem dúvida, o que faz deste livro algo tão sinistro.
Resenha
Editora: Cosac Naify
Ano da Edição: 2012
Páginas: 224
Título Original: Noisy Outlaws, Unfriendly Blobs, and Some Other...
Sinopse
O título é de perder o fôlego: "Foras da lei barulhentos, bolhas raivosas e algumas outras coisas que não são tão sinistras, quem sabe, dependendo de como você se sente quanto a lugares que somem, celulares extraviados, seres vindos do espaço, pais que desaparecem no Peru, um homem chamado Lars Farf e outra história que não conseguimos acabar, de modo que talvez você possa quebrar esse galho". O mesmo vale para a seleção dos autores, alguns dos mais celebrados escritores contemporâneos de língua inglesa, entre os quais Neil Gaiman, Nick Hornby, Jonathan Safran Foer, Jeanne DuPrau e Lemony Snicket. Uma compilação de onze contos, cada um ilustrado por um artista diferente, entreos quais vale destacar Barry Blitt (já criou vinte capas da revista New Yorker), Lane Smith (de A verdadeira história dos três porquinhos, de Jon Scieska), David Heatley (colaborador do jornal The New York Times) e Peter de Sève (criador dos personagens da animação "A era do gelo"). Em comum, as histórias trazem um quê de estranhamento do mundo, com inocência infantil. Os autores, reconhecidos pela qualidade literária de suas obras destinadas aos adultos, não subestimam o jovem leitor. Em tempos de literatura enlatada, isso é, sem dúvida, o que faz deste livro algo tão sinistro.
Resenha
segunda-feira, 8 de maio de 2017
The Graveyard Book - Neil Gaiman
The Graveyard Book - Neil Gaiman
Editora: HarperCollins
Ano da Edição: 2015
Páginas: 296
Sinopse
Bod is an unusual boy who inhabits an unusual place - he's the only living resident of a graveyard. Raised from infancy by the ghosts, werewolves, and other cemetery denizens, Bod has learned the antiquated customs of his guardians' time as well as their ghostly teachings - such as the ability to Fade so mere mortals cannot see him. Can a boy raised by ghosts face the wonders and terrors of the worlds of both the living and the dead? And then there are being such as ghouls that aren't really one thing or the other.
Resenha
Editora: HarperCollins
Ano da Edição: 2015
Páginas: 296
Sinopse
Bod is an unusual boy who inhabits an unusual place - he's the only living resident of a graveyard. Raised from infancy by the ghosts, werewolves, and other cemetery denizens, Bod has learned the antiquated customs of his guardians' time as well as their ghostly teachings - such as the ability to Fade so mere mortals cannot see him. Can a boy raised by ghosts face the wonders and terrors of the worlds of both the living and the dead? And then there are being such as ghouls that aren't really one thing or the other.
Resenha
sexta-feira, 24 de março de 2017
Coraline - Neil Gaiman
Coraline - Neil Gaiman
Editora: HarperCollins
Ano da Edição: 2015
Páginas: 192
Título Original: Coraline
Sinopse
Primeiro livro de Neil Gaiman escrito especialmente para o público juvenil, Coraline é um conto de fadas às avessas que reconhece a subestimada e, por vezes esquecida, maturidade da maioria dos jovens leitores. Nele, Gaiman encara pela primeira vez o desafio de escrever fantasias assustadoras para as crianças e vai além dos tradicionais gigantes padronizados, príncipes encantados, frágeis princesas ou dragões, que habitam esse universo, criando uma personagem com a qual as crianças podem facilmente se identificar.
Em uma tarde chuvosa, a menina consegue abrir uma porta que sempre estivera trancada na sala de visitas de casa e descobre um caminho para um misterioso apartamento ‘vazio’ no quarto andar do prédio. Para sua surpresa, o apartamento não tem nada de desabitado, e ela fica cara a cara com duas criaturas que afirmam ser seus “outros” pais. Na verdade, aquele parece ser um “outro” mundo mágico atrás da porta. Lá, há brinquedos incríveis e vizinhos que nunca falam seu nome errado. Porém a menina logo percebe que aquele mundo é tão mortal quanto encantador e que terá de usar toda a sua inteligência para derrotar seus adversários.
Resenha
Editora: HarperCollins
Ano da Edição: 2015
Páginas: 192
Título Original: Coraline
Sinopse
Primeiro livro de Neil Gaiman escrito especialmente para o público juvenil, Coraline é um conto de fadas às avessas que reconhece a subestimada e, por vezes esquecida, maturidade da maioria dos jovens leitores. Nele, Gaiman encara pela primeira vez o desafio de escrever fantasias assustadoras para as crianças e vai além dos tradicionais gigantes padronizados, príncipes encantados, frágeis princesas ou dragões, que habitam esse universo, criando uma personagem com a qual as crianças podem facilmente se identificar.
Em uma tarde chuvosa, a menina consegue abrir uma porta que sempre estivera trancada na sala de visitas de casa e descobre um caminho para um misterioso apartamento ‘vazio’ no quarto andar do prédio. Para sua surpresa, o apartamento não tem nada de desabitado, e ela fica cara a cara com duas criaturas que afirmam ser seus “outros” pais. Na verdade, aquele parece ser um “outro” mundo mágico atrás da porta. Lá, há brinquedos incríveis e vizinhos que nunca falam seu nome errado. Porém a menina logo percebe que aquele mundo é tão mortal quanto encantador e que terá de usar toda a sua inteligência para derrotar seus adversários.
Resenha
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Fortunately, the Milk... - Neil Gaiman
Fortunately, the Milk... - Neil Gaiman - ilustrado por Chris Riddell
Editora: Harper
Ano da Edição: 2015
Páginas: 156
Sinopse
Uma prosaica ida até o mercado se transforma numa incrível aventura no mais recente livro infantil do celebrado escritor britânico Neil Gaiman, que coloca um estranho objeto prateado no caminho de um pai que só queria comprar um pouco de leite para o café da manhã. Aliás, aquele disco prateado gigantesco estacionado em plena rua Marshall, com seres verdes um tanto gosmentos e bastante ranzinzas querendo reformar o (nosso) mundo, é só a primeira de muitas surpresas que esperam pelo zeloso pai de família na história, que inclui ainda viagens no tempo e no espaço num balão, um dinossauro inventor, navios piratas, vulcões e outras maluquices. Será que o café da manhã das crianças está a salvo?
Resenha
Eu comprei e li a versão em inglês, mas existe a tradução brasileira do livro, por isso coloquei a sinopse brasileira. Vou colocar a capa da edição brasileira no final da resenha. A grande diferença entre a edição que li e a brasileira está no ilustrador. A edição britânica foi ilustrada por Chris Riddell, enquanto a primeira edição americana foi ilustrada por Skottie Young. E a edição brasileira, chamada "Felizmente, o Leite", foi baseada na americana.
Porém, a editora americana decidiu publicar um edição com as ilustrações de Chris Riddell e lançou até um box com 3 livros do Neil Gaiman ilustrados por Riddell. Foi esse box que comprei na Amazon e não me arrependi. Depois de passar os olhos pela edição brasileira numa livraria, achei que as ilustrações de Riddell são mais bonitas. O pai da história desenhado por Riddell é como se fosse o Neil Gaiman, ficou bem engraçadinho.
Falando da história em si, ela é mais infantil. É para o público que os americanos chamam de middle grade, crianças entre 8 e 12 anos, mas isso não impede que adultos, como eu, se divirtam também. É uma história bem divertida e gostosinha de ler, com um inglês fácil, ideal para quem tá começando.
A história começa com o filho constatando que não há leite na geladeira e o pai tem que ir ao supermercado mais próximo comprar o leite para os filhos comerem cereal. Só que o pai demora bastante para voltar e, quando ele chega, vai contar às crianças o que aconteceu. E aí tem alienígenas, vampiros, dinossauros, viagem no tempo... Cabe a você (e às crianças) decidir se acredita no relato do pai. É super engraçado e um ótimo livro para crianças.
Editora: Harper
Ano da Edição: 2015
Páginas: 156
Sinopse
Uma prosaica ida até o mercado se transforma numa incrível aventura no mais recente livro infantil do celebrado escritor britânico Neil Gaiman, que coloca um estranho objeto prateado no caminho de um pai que só queria comprar um pouco de leite para o café da manhã. Aliás, aquele disco prateado gigantesco estacionado em plena rua Marshall, com seres verdes um tanto gosmentos e bastante ranzinzas querendo reformar o (nosso) mundo, é só a primeira de muitas surpresas que esperam pelo zeloso pai de família na história, que inclui ainda viagens no tempo e no espaço num balão, um dinossauro inventor, navios piratas, vulcões e outras maluquices. Será que o café da manhã das crianças está a salvo?
Resenha
Eu comprei e li a versão em inglês, mas existe a tradução brasileira do livro, por isso coloquei a sinopse brasileira. Vou colocar a capa da edição brasileira no final da resenha. A grande diferença entre a edição que li e a brasileira está no ilustrador. A edição britânica foi ilustrada por Chris Riddell, enquanto a primeira edição americana foi ilustrada por Skottie Young. E a edição brasileira, chamada "Felizmente, o Leite", foi baseada na americana.
Porém, a editora americana decidiu publicar um edição com as ilustrações de Chris Riddell e lançou até um box com 3 livros do Neil Gaiman ilustrados por Riddell. Foi esse box que comprei na Amazon e não me arrependi. Depois de passar os olhos pela edição brasileira numa livraria, achei que as ilustrações de Riddell são mais bonitas. O pai da história desenhado por Riddell é como se fosse o Neil Gaiman, ficou bem engraçadinho.
Falando da história em si, ela é mais infantil. É para o público que os americanos chamam de middle grade, crianças entre 8 e 12 anos, mas isso não impede que adultos, como eu, se divirtam também. É uma história bem divertida e gostosinha de ler, com um inglês fácil, ideal para quem tá começando.
A história começa com o filho constatando que não há leite na geladeira e o pai tem que ir ao supermercado mais próximo comprar o leite para os filhos comerem cereal. Só que o pai demora bastante para voltar e, quando ele chega, vai contar às crianças o que aconteceu. E aí tem alienígenas, vampiros, dinossauros, viagem no tempo... Cabe a você (e às crianças) decidir se acredita no relato do pai. É super engraçado e um ótimo livro para crianças.
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