terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O Bom Partido - Carly Phillips

Aqui está mais um da Carly Phillips que encanta e diverte (e ilude, né? Porque onde estão esses homens na vida real, gente?!) qualquer leitor.

O Bom Partido - Carly Phillips

Editora: Essência
Ano da Edição: 2010
Páginas: 288
Título Original: The Playboy

Sinopse
Segunda parte da trilogia iniciada com O solteirão, o livro conta os encontros e desencontros amorosos do policial Rick Chandler. Não há uma única mulher em Yorkshire Falls que resista ao lendário charme dos irmãos Chandler. Até então, o policial Rick Chandler conseguira esquivar-se dos ataques casamenteiros de toda a população feminina da cidade. Mas será que ele resistirá ao chamado de uma noiva em fuga? Em O Bom Partido, Carly Philips, autora de O solteirão, mistura romantismo e humor em uma história de encontros e desencontros.



Resenha

Este é o segundo livro da série Os Irmãos Chandler e não desaponta o leitor que se apaixonou por "O Solteirão". Neste livro você começa realmente a desvendar o estilo de escrita da Carly Phillips como descontraído, alegre, informal, divertido e extremamente charmoso e delicioso (e tantos outros adjetivos bons!); ela não é só mais uma escritora de romances "chic lit". Os três livros desta série são alguns dos poucos da autora publicados até agora no Brasil, e eu não poderia imaginar melhor início para conquistar fãs brasileiras do que com os Chandler.

Assim como o primeiro livro da série, este é uma leitura bem leve e divertida. Desta vez o protagonista é o irmão do meio, Rick Chandler, que já teve um casamento desastroso no passado e a última coisa no seu pensamento é engatar em um relacionamento sério, apesar da insistência de sua mãe em lhe arranjar uma noiva. E a mocinha do livro é Kendall Sutton, que tem problemas em criar raízes em um único lugar e acaba de fugir do que seria um casamento por conveniência e jura que nunca irá casar.

Nada mais inusitado, e digo até fantasioso, do que a forma como os dois se conhecem. Rick recebe um chamado para ajudar com um problema em um carro na autoestrada, chegando lá encontra uma mulher de cabelo rosa e vestida de noiva! Eles se conhecem e Rick percebe que essa mulher é perfeita para fingir ser a sua namorada e assim finalmente acabar com as investidas infinitas das mulheres da cidade, que são incitadas por Raina Chandler, a sua mãe casamenteira. Já Kendall percebe que Rick poderia lhe ajudar a reformar a casa de sua tia e lhe fornecer contatos, para que ela possa vende-la e depois sair dali e voltar a sua vida. Então, eles firmam um acordo de mútua ajuda, mas começam a perceber que o que eles juravam que não queriam, é exatamente o que mais querem: casar.

O que eu mais gostei neste livro foi a veracidade da história, dos dramas e das dúvidas dos personagens. É uma história que poderia acontecer com qualquer um de nós, sabe? Não é uma história mirabolante de amor à primeira vista que no mesmo segundo eles sabem que nunca mais poderiam viver sem o outro. Não, é uma história de verdade. Ele deu tudo de si por uma mulher e levou um imenso pé na bunda, o que lhe faz ter dificuldades em confiar em outra mulher; já Kendall tem uma vida nômade, fugindo de seus próprios problemas, não acha que é do tipo que se acomoda em um lugar e cria uma família, especialmente com o exemplo de família que teve. As dúvidas e os receios que os dois tem para se entregar ao amor são plausíveis.

É uma história de amor bem-humorada e divertida, que te deixa com água na boca esperando pelo próximo livro da trilogia, para ver o próximo capítulo dessa jornada casamenteira da matriarca da família Chandler.

Série Os Irmãos Chandler
  1. O Solteirão (The Bachelor)
  2. O Bom Partido (The Playboy)
  3. O Canalha (The Heartbreaker)

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

O Primo Basílio - Eça de Queiroz

Decidi dessa vez radicalizar e fazer a resenha de um clássico da literatura portuguesa. Mas já avisando não é um desses clássicos chatos, é um livro ótimo. Sério! E só para vocês saberem não estou nem aí para títulos de clássicos ou qualquer coisa do tipo, eu gosto de livros que eu gosto, e pronto. Não ligo para autor, ou ano que foi escrito, ou nada. :)

O Primo Basílio - Eça de Queiroz

Editora: Editora Abril
Ano da Edição: 2010
Páginas: 528
Título Original: O Primo Basílio

Sinopse
Primeiro grande êxito literário de Eça de Queirós, este romance é marcado por uma análise minuciosa da sociedade de seu tempo. O autor usou da ironia, da linguagem coloquial e direta e, principalmente, do olhar atento sobre o cotidiano para revelar a intimidade da vida burguesa. Luísa é casada com Jorge e leva uma vidinha tão segura quanto entediada. O sonho, o romantismo e o desejo são despertados pela chegada do primo Basílio a Lisboa. Ao optar pelo adultério como tema central, a intenção do autor era provocar a discussão. Eça é o grande mestre do romance português moderno e certamente o mais popular entre os escritores do século XIX em Portugal e no Brasil.



Resenha

Confesso que fui ler pensando que era mais um daqueles clássicos que são idolatrados, mas que ninguém sabe porque, pois são chatíssimos. Eu não poderia estar mais enganada! O Primo Basílio é maravilhoso, é uma crítica a sociedade hipócrita, moralista e burguesa de Lisboa do século XIX, mas que poderia se referir aos dias de hoje, pois continua "atual". A linguagem é culta, mas também é simples e sem palavras difíceis que ninguém conhece (e olhe que eu também li uma versão portuguesa).

É uma história que te prende do começo até o fim, repleta de personagens bem construídos, realistas e envolventes. Como todo mundo já sabe (eu acho), O Primo Basílio conta a história de Luíza, uma típica moça da sociedade lisboeta, que é casada com Jorge, um marido exemplar e completamente apaixonado por ela. Jorge sai da cidade a trabalho e um amor do passado de Luíza, seu Primo Basílio, chega a Lisboa e começa a cortejá-la novamente e a fazer juras de amor. Luíza cai nessa história, se deixa seduzir e começa a ter um caso com seu primo. Tudo vai bem até que Juliana, a empregada da casa, descobre a traição e começa a chantagear a patroa, e se mostra uma perfeita vilã, realmente detestável.

O autor desmistifica e desconstrói a ideia de um casamento perfeito. Luíza tinha uma vida toda organizada, toda perfeita, mas também totalmente entediante, então, decide ir atrás de uma aventura que lhe faça sentir viva. Ela vai atrás do seu conto de fadas, mas o autor desconstrói isso também. Apesar da personagem principal ser meio tonta, o livro não se torna menos interessante, até porque isso é compensado pela genialidade com que o Eça de Queiroz projetou a vilã Juliana e o adorável e lindo (que poderia ser o bonitão, completamente perfeito, desses romances modernos) Jorge. Quanto ao personagem título, ele é sedutor e romântico, até que .... ele é um completo cafajeste. (#ProntoFalei)

Preciso dizer que o final não me agradou muito, mas é porque sou dessas que prefere acreditar num "viveram felizes para sempre". Entretanto, o final é condizente com a história e com a proposta de ser um romance realista que ironiza e critica a burguesia. Resumindo, é um romance que não te deixa soltar o livro até que você tenha terminado; é uma história realista, sem eufemismos ou falsidades.




terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Arrebatado pelo Mar - Nora Roberts

Começando a cumprir a promessa de resenhar os meus favoritos e mais recomendados da Nora Roberts. Escolhi fazer primeiro a resenha do primeiro livro da melhor trilogia dela. É realmente uma história maravilhosa que ela fez em três livros e depois, a pedidos de fãs, fez um quarto livro que se passa 18 anos depois da história original. Então, pelo visto, não sou só eu que amo a Trilogia da Gratidão e os irmãos Quinn.

Arrebatado pelo Mar - Nora Roberts

Editora: Bertrand Brasil
Ano da Edição: 2006
Páginas: 378
Título Original: Sea Swept

Sinopse
Esta é a história de três homens unidos pelo amor de um extraordinário casal que os adotou, dando a eles uma família. Agora, já adultos e vivendo cada uma a sua vida, os irmãos Quinn devem retornar à casa da família na costa de Maryland para honrar um pedido irrecusável. Campeão como piloto de barcos de corrida, Cameron Quinn já viajou pelo mundo gastando o dinheiro que ganha em suas vitórias com champanhes e mulheres. Quando seu pai, no leito de morte, o chama de volta para casa a fim de tomar conta de Seth, um menino problemático e rebelde, não muito diferente daquele que o próprio Cameron fora no passado, sua vida muda da noite para o dia.Depois de anos de independência, Cameron tem de reaprender a conviver com seus irmãos novamente, ao mesmo tempo em que luta para cozinhar, limpar a casa e cuidar de um menino muito complicado. Antigas rivalidades e novos ressentimentos surgem entre Cameron e seus irmãos, mas eles tentam deixar de lado todas as diferenças pelo bem de Seth. No fim, caberá a uma assistente social a responsabilidade de decidir o destino do garoto. Tão bonita quanto firme, ela tem nas mãos o poder de unir os Quinn novamente... ou separa-los para sempre.



Resenha

Este é o primeiro livro da que eu considero a melhor trilogia/série de Nora Roberts (até porque foi a primeira que li). É realmente um livro apaixonante, com uma história e personagens que arrebatam o seu coração.

Os três irmãos Quinn se tornaram uma família quando cada um deles foi salvo de um passado duro e triste e foram acolhidos para o lar do casal Quinn que não tinha filhos. Cada um deles tem um passado terrível, que provavelmente iria levá-los a um futuro pior ainda se não fosse pela bondade e pelo amor puro de Stella e Ray Quinn que os adotaram e formaram uma verdadeira família unida não por sangue, mas por amor.

Neste livro, Nora Roberts conta de forma encantadora e envolvente a história de Cameron Quinn, que havia sido "Arrebatado pelo Mar" e ganhava a vida fazendo corridas, de barcos ou de carros, e aproveitando a liberdade despreocupada que ele tanto gostava. Até que ele é convocado de volta à casa, pois seu pai está no leito de morte e tem um pedido a fazer para os três filhos: que eles cuidem do último de seus "meninos perdidos", Seth. A partir daí tudo na vida dos Quinn muda drasticamente e eles têm que criar um garoto de 10 anos e descobrir os mistérios que o envolvem, como por exemplo, porquê ele se parece tanto fisicamente com o seu pai. Essa dúvida atormenta os irmãos, pois eles jamais poderiam acreditar nos boatos e que Ray teria traído a sua mãe, mas então por quê diabos esse meninos é tão parecido com Ray Quinn?!

Cam tem que deixar a sua vida aventureira e novamente criar raízes na baía de Chesapeake para ajudar seus irmãos a cuidar de Seth. E ele ainda vai ter que lidar com a sexy e maravilhosa Anna, que é a assistente social responsável pelo caso de Seth. Lógico que eles se apaixonam loucamente!

Cam é, claro, lindo, forte, sexy... Mas o mais apaixonante nele é como ele vai mudando, se adaptando e aprendendo rapidamente a amar o garoto Seth como irmão e até como um pai. A mesma cumplicidade, proteção e carinho que ele tem com seus irmãos de uma vida inteira ele passa a ter com Seth.

E Seth, nem precisa explicar, né? É um garoto arredio, mas que vai se soltando aos poucos e se mostrando uma criança de talentos artísticos e bem extrovertida. Ele é adorável, especialmente quando fica se policiando para não falar palavrões ou "cagando e andando" na frente das mulheres.

O romance de Cam e Anna também é lindo e eles são o meu casal favorito de toda a série! Eles são um casal de verdade, entende? Eles brigam, eles se amam, eles riem. O melhor deles é que eles são personagens realistas, com quem você pode se identificar, e a sua relação também é assim.

Enfim, é um livro lindo, com uma história linda, e personagens lindos. É tudo lindo! heheh Super recomendo, pois como já disse antes, esse é o começo da melhor série de Nora Roberts.

Trilogia da Gratidão
  1. Arrebatado pelo Mar (Sea Swept)
  2. Movido pela Maré (Rising Tides)
  3. Protegido pelo Porto (Inner Harbor)
Extra: Resgatado pelo Amor (Chesapeake Blue)


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Fazendo Meu Filme 1: a estreia de Fani - Paula Pimenta

Gente, estou de volta! Resolvi fazer minha primeira resenha de 2013, com o primeiro livro que li neste ano. Ganhei "Fazendo Meu Filme 1" de aniversário da minha tia, ele já estava na minha lista de desejos há algum tempo, só que acabei priorizando outros. Mas ainda bem que ganhei \o/.

Eu tinha outros livros para ler, que estão aqui há mais tempo, mas como este foi o último que ganhei (meu níver foi dia 11/01, mas aceito presentes atrasados, no problem), ficou logo no topo da pilha e acabei pegando-o.

Fazendo Meu Filme 1: a estreia de Fani - Paula Pimenta

Editora: Gutenberg
Ano da Edição: 2012
Páginas: 331

Sinopse
Tudo muda na vida de Fani quando surge a oportunidade de fazer um intercâmbio e morar um ano em outro país. As reveladoras conversas por telefone ou MSN e os constantes bilhetinhos durante a aula passam a ter outro assunto: a viagem que se aproxima.

“Fazendo meu filme” nos apresenta o fascinante universo de uma menina cheia de expectativas, que vive a dúvida entre continuar sua rotina, com seus amigos, familiares, estudos e seu inesperado novo amor, ou se aventurar em um outro país e mergulhar num mundo cheio de novas possibilidades.



Resenha

Já tinha visto algumas resenhas falando bem do livro e queria ver se fazia meu gosto também. Além disso, desde o ano passado tenho tentado ler mais coisas de autores nacionais. Porém, confesso, a capinha muito fofa foi o que me deixou balançada.

Vamos começar falando da parte estética, não só a capa é bonita, mas os trechos dos filmes no começo de cada capítulo, os bilhetinhos, as cartas e e-mails têm tipos de fonte diferentes, dando um aspecto bem legal ao livro. Pode parecer besteira, mas esses detalhes fazem diferença para mim. Os capítulos são curtos, o que deixa a leitura mais rápida, e tem um para cada DVD da coleção da Fani. Todos começam com um trechinho de um dos filmes que tem tudo a ver com o que acontece no capítulo.

Eu gostei de todos os personagens. Achei Fani cativante, Gabi e Natália são ótimas amigas e o Leo, gente, é um fofo. O melhor de tudo é que conseguimos nos identificar com eles, pois todo mundo é muito brazuca. A garota chata não é uma líder de torcida (aliás, desde quando usar aqueles uniformes ridículos e pompons é sinônimo de popularidade?) e o cara popular não é o zagueiro do time de futebol americano.

A turma da Fani podia ser a minha ou a sua turma de ensino médio. Ninguém é vampiro, bruxo, anjo, nem mesmo membro de uma família real. Fani tem 16 anos, sofre de paixonite aguda pelo professor de Biologia e está prestes a fazer um intercâmbio de 1 ano na Inglaterra. A Gabi é a melhor amiga de Fani, ela é uma superamiga mesmo, sempre está lá para consolar Fani e puxá-la de volta ao chão quando ela viaja demais. Natália está loucamente apaixonada por um menino mais velho e faz de tudo para ele notá-la. Leo é o melhor amigo de Fani, mas as outras meninas juram que ele quer algo mais, só que Fani não percebe nada.

Enfim, o livro retrata esses pequenos grandes dramas de adolescentes de uma maneira bem realista, sem exageros. Fani não é uma abestalhada como outras protagonistas de livros YA (especialmente aqueles sobrenaturais). Li que Meg Cabot foi uma das influências de Paula Pimenta e dá para notar isso, embora Fani não seja tão neurótica quanto Mia. Também achei que Leo tem uma "pegada" de St. Clair. Bem, ele não é o carinha pelo qual todas as meninas do colégio têm uma quedinha, mas é o cara gente boa, popular e amigo de todo mundo. Tá, eu sei que "Anna e o Beijo Francês" foi publicado depois, só que eu li a história de Anna e St. Clair antes.

Gostei bastante do livro e o resto da série já entrou na minha lista de desejos, só perdeu uma estrelinha porque achei o final meio corrido.

Série Fazendo Meu Filme
  1. Fazendo Meu Filme 1: a estreia de Fani
  2. Fazendo Meu Filme 2: Fani na terra da rainha
  3. Fazendo Meu Filme 3: o roteiro inesperado de Fani
  4. Fazendo Meu Filme 4: Fani em busca do final feliz

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

O Solteirão - Carly Phillips

Semana passada não teve resenha porque a casa estava cheia de visitas e era Ano Novo e aniversário da minha mãe, etc, etc. Mas cá estou, de volta e com a resenha de um livro divertido, com uma história de romance e, pode-se dizer que, até de suspense!

O Solteirão - Carly Phillips

Editora: Essência
Ano da Edição: 2008
Páginas: 288
Título Original: The Bachelor

Sinopse
Raina Chandler não sabe mais o que fazer para que os filhos se casem e lhe dêem netos. Eles são os três homens mais cobiçados da cidade, e talvez por isso eles não levem nenhuma a sério. Suspeitando que esteja prestes a ter um infarto, Raina corre ao hospital e descobre que tudo não passou de uma indigestão. Mas o diagnóstico é confidencial, e seus filhos não lhe negariam um último pedido se acreditassem que ela está gravemente doente. Os irmãos decidem lançar o destino à sorte. É neste momento que o caçula, Roman, reencontra Charlotte Bronson, seu primeiro amor. Mas quando se revêem, ambos sentem que, mesmo depois de 10 anos, a história entre eles está mal resolvida. Mas será que tão mal resolvida a ponto de fazer com que Roman queira se comprometer pelo resto de seus dias? Ou será que Charlotte teria de ceder e casar-se mesmo sabendo que o marido passará mais tempo fora do que dentro de casa?



Resenha

Encontrei este livro no fundo da livraria e bem escondidinho atrás de nomes já super conhecidos por aqui. Eles só tinham um exemplar, que estava até meio amarelado, mas comprei assim mesmo porque me apaixonei pela sinopse e pela capa logo de cara e não me decepcionei.

O livro tem um pouco de tudo e na medida certa. É um romance bem humorado entre o viajado e despreocupado, Roman, e a recém-chegada (novamente) a cidade, Charlotte. A história começa quando os três irmãos Chandler escolhem no cara-ou-coroa qual deles vai acabar sua vida, escolher uma mulher para casar e conceder o último e maior desejo de sua mãe que está “gravemente doente”, dar-lhe netos. E Roman é o que perde, ou ganha, a competição.

O protagonista, claro, é maravilhoso! Ele é lindo, sedutor, charmoso, simpático, de boa família, enfim, ele é perfeito, como em todo romance que se preze. E a mocinha, também não fica pra trás. Apesar do livro ter todas aquelas coisas que os livros “chic lit” tem, eu não acho ele nem um pouco clichê.

O Solteirão proporciona uma leitura leve e divertida para mulheres de várias idades e inclusive para aquelas que gostam de suspense. Pois no livro existe um caso de roubo constante de calcinhas a ser desvendado. A característica principal do livro é que a história tem sempre com uma pontinha de humor, mas nada é exagerado ou forçado. Claro que sempre tem aquele momento em que tudo no relacionamento estava indo bem, até que a mocinha faz uma tempestade num copo d’água e depois tudo se ajeita, mas eu já aprendi a superar esse momento dos livros e filmes de romance em que a mulher se faz de uma idiota completa sem motivo nenhum.

Posso afirmar que este livro foi direto para a minha lista de favoritos e mais indicados, comprei imediatamente o segundo livro da trilogia e fiquei esperando ansiosamente pelo lançamento do terceiro. Espero que a editora Essência lance mais livros da autora!

Série Os Irmãos Chandler
  1. O Solteirão (The Bachelor)
  2. O Bom Partido (The Playboy)
  3. O Canalha (The Heartbreaker)